quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Katy Perry - The One That Got Away


Summer after high school when we first met
We make out in your Mustang to Radio head
And on my 18th birthday we got matching tattoos
Used to steal your parents' liquor and climb to the roof
Talk about our future like we had a clue
Never plan that one day I'd be losing you

In another life I would be your girl
We keep all our promises, be us against the world
And in other life I would make you stay
So I don't have to say you were the one that got away
The one that got away!

I was dreaming you were my Johnny Cash
Never one without the other, we made a pact
Sometimes when I miss you, I put those records on, (whoa)
Someone said you had your tattoo removed
Saw you downtown singing the blues
It's time to face the music, I'm no longer your muse

In another life I would be your girl
We keep all our promises, be us against the world
And in another life, I would make you stay
So I don't have to say you were the one that got away
The one that got away

the o-o-o-o-one (x3)
The one that got away

All this money can't buy me a time machine, (Nooooo)
Can't replace you with a million rings, (Nooooo)
I should've told you what you meant to me, (whoa)
'Cause now I pay the price

In another life I would be your girl
We keep all our promises, be us against the world
And in another life, I would make you stay
So I don't have to say you were the one that got away
The one that got away

The o-o-o-o-one (x3)

And in another life I would make you stay
So I don't have to say you were the one that got away
The one that got away!

SONGWRITERS
PERRY, KATY / GOTTWALD, LUKASZ / MARTIN, MAX

PUBLISHED BY
LYRICS © WARNER/CHAPPELL MUSIC, INC., KOBALT MUSIC PUBLISHING LTD., UNIVERSAL MUSIC PUBLISHING GROUP

sábado, 9 de novembro de 2013

Adolescência

Nota: Qualquer parecença com a vida real é negada, este romance é feito a partir da imaginação, até porque coisas boas só acontecem nos contos.

Era um bando de miúdos que brincavam sempre no jardim frente aos prédios, atrás da minha casa. Via-os sempre quando vinha da escola, sempre a jogar a bola. Já tinha sido alertada pelos pais para não falar com eles, que as famílias deles não eram sérias, nem pessoas com quem devêssemos dirigir a palavra.
Normalmente não me importava com o que os meus pais diziam, ligavam demasiado as aparências e isso fazia-me sempre muita confusão, aparentar algo que não era não em cabia na cabeça. Comparada aos miúdos que jogavam na rua, eles pareciam mais reais e sinceros que a minha própria família.

Seguia eu pensativa no meu caminho para casa, quando uma bola de futebol veio calhar a meus pés. Peguei nela, e quando olhei para ver de onde vinha, uma rapaz de cabelo loiro, olhos meio azulados meio acastanhados, mais alto que eu, fazendo-me presumir que fosse mais velho que eu, visto que normalmente eu era mais alta que todos os rapazes na minha idade, vinha na minha direcção.

Rapaz- É nossa a bola.
Eu - ( olhei para atrás dele, visto que ele disse é nossa, e vi os rapazes que normalmente jogavam no jardim, a cochichar entre eles.) Toma.
Passei a bola sem olhar duas vezes, e segui viagem, nesse dia não estava com disponibilidade para conversas.
Rapaz - Ah, eu chamo-me Mário.
Parei, olhei para trás com aquela expressão, que quer este?
Eu - E que tem?
Mário - Vais-me dizer o teu nome?
Pensei que o mais fácil de sair daquela confusão seria dar-lhe um nome falso... mas... não estava para confusões.
Eu - Cátia.
Virei costas e segui caminho.
Mário - Até amanha Cátia.
Senti um calafrio pelas costas ao ouvir o meu nome, mas segui caminho.