Nota: Qualquer parecença com a vida real é negada, este romance é feito a partir da imaginação, até porque coisas boas só acontecem nos contos.
Era um bando de miúdos que brincavam sempre no jardim frente aos prédios, atrás da minha casa. Via-os sempre quando vinha da escola, sempre a jogar a bola. Já tinha sido alertada pelos pais para não falar com eles, que as famílias deles não eram sérias, nem pessoas com quem devêssemos dirigir a palavra.
Normalmente não me importava com o que os meus pais diziam, ligavam demasiado as aparências e isso fazia-me sempre muita confusão, aparentar algo que não era não em cabia na cabeça. Comparada aos miúdos que jogavam na rua, eles pareciam mais reais e sinceros que a minha própria família.
Seguia eu pensativa no meu caminho para casa, quando uma bola de futebol veio calhar a meus pés. Peguei nela, e quando olhei para ver de onde vinha, uma rapaz de cabelo loiro, olhos meio azulados meio acastanhados, mais alto que eu, fazendo-me presumir que fosse mais velho que eu, visto que normalmente eu era mais alta que todos os rapazes na minha idade, vinha na minha direcção.
Rapaz- É nossa a bola.
Eu - ( olhei para atrás dele, visto que ele disse é nossa, e vi os rapazes que normalmente jogavam no jardim, a cochichar entre eles.) Toma.
Passei a bola sem olhar duas vezes, e segui viagem, nesse dia não estava com disponibilidade para conversas.
Rapaz - Ah, eu chamo-me Mário.
Parei, olhei para trás com aquela expressão, que quer este?
Eu - E que tem?
Mário - Vais-me dizer o teu nome?
Pensei que o mais fácil de sair daquela confusão seria dar-lhe um nome falso... mas... não estava para confusões.
Eu - Cátia.
Virei costas e segui caminho.
Mário - Até amanha Cátia.
Senti um calafrio pelas costas ao ouvir o meu nome, mas segui caminho.
Era um bando de miúdos que brincavam sempre no jardim frente aos prédios, atrás da minha casa. Via-os sempre quando vinha da escola, sempre a jogar a bola. Já tinha sido alertada pelos pais para não falar com eles, que as famílias deles não eram sérias, nem pessoas com quem devêssemos dirigir a palavra.
Normalmente não me importava com o que os meus pais diziam, ligavam demasiado as aparências e isso fazia-me sempre muita confusão, aparentar algo que não era não em cabia na cabeça. Comparada aos miúdos que jogavam na rua, eles pareciam mais reais e sinceros que a minha própria família.
Seguia eu pensativa no meu caminho para casa, quando uma bola de futebol veio calhar a meus pés. Peguei nela, e quando olhei para ver de onde vinha, uma rapaz de cabelo loiro, olhos meio azulados meio acastanhados, mais alto que eu, fazendo-me presumir que fosse mais velho que eu, visto que normalmente eu era mais alta que todos os rapazes na minha idade, vinha na minha direcção.
Rapaz- É nossa a bola.
Eu - ( olhei para atrás dele, visto que ele disse é nossa, e vi os rapazes que normalmente jogavam no jardim, a cochichar entre eles.) Toma.
Passei a bola sem olhar duas vezes, e segui viagem, nesse dia não estava com disponibilidade para conversas.
Rapaz - Ah, eu chamo-me Mário.
Parei, olhei para trás com aquela expressão, que quer este?
Eu - E que tem?
Mário - Vais-me dizer o teu nome?
Pensei que o mais fácil de sair daquela confusão seria dar-lhe um nome falso... mas... não estava para confusões.
Eu - Cátia.
Virei costas e segui caminho.
Mário - Até amanha Cátia.
Senti um calafrio pelas costas ao ouvir o meu nome, mas segui caminho.
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